top of page

Revisitando o passado: a era dos remakes nos games

Foto do escritor: Vitor Westhauser
Vitor Westhauser
22 de jul.
2 min de leitura

Atualizado: 7 de ago.

Indústria opta por refazer games clássicos ao invés de buscar criar novas IPs


TheXomil! - Pixabay
TheXomil! - Pixabay

Nos últimos anos, as desenvolvedoras de games têm apostado alto em remakes, ou seja, refazem do zero um game. A desenvolvedora japonesa Capcom pegou os games da franquia Resident Evil lançados nos anos 90 e início dos anos 2000, e os atualizou no quesito história, gráfico, jogabilidade, ou seja, um adapta o game para uma geração mais nova e convida os gamers antigos a revisitar o game.


A Capcom não está sozinha nessa empreitada. Square Enix fez o remake do Final Fantasy VII, Nintendo anunciou o remake de Zelda Ocarina of Time, Konami refez o famoso jogo de terror Silent Hill 2, entre outros tantos games.


Mas a pergunta que fica é: as empresas estão fazendo isso por falta de criatividade ou pedido dos fãs?


Atualização necessária


Sim. Muitos dos games antigos precisam de um remake, principalmente quando falamos das gerações mais novas. Alguns games possuem uma jogabilidade com câmera isométrica, um personagem mais travado e sem localização para os idiomas locais, situação que acaba por afastar muitos jogadores.


Além disso, existem franquias que já estão com vários títulos numerados, além de spin-offs, e acabam por não saber como começou a história daquele game, justamente por causa de situações como as citadas no parágrafo anterior.


Sem mencionar que muitos jogos estão em consoles tão antigos, que muitas pessoas já não possuem mais acesso a determinados videogames ou mídia.


Necessidade ou falta de criatividade


Que existem jogos que precisam de novas versões, sem dúvida, eu mesmo acabei de justificar no tópico anterior. Mas será que a quantidade é realmente justificável?


Nos últimos anos tivemos: três remakes da franquia Resident Evil, Silent Hill, Dead Space, Tomb Raider (a ser lançado), Tony Hawk, entre tantos outros. A ideia de atualizar os jogos e possibilitar que mais pessoas os conheçam é muito importante, mas será que é tão difícil criar histórias e personagens novos?


A própria Capcom, já citada sobre os remakes de Resident Evil, lançou recentemente o jogo Pragmata. Uma IP totalmente nova e foi muito elogiada.


Espaço para ambos


A indústria tem espaço para as duas propostas, pois precisamos que diferentes gerações tenham contato com games lançados há décadas atrás, mas também precisamos que o mercado de games mantenha a produção de franquias totalmente novas.


Por fim, o remake apesar de ser um jogo feito do zero, ele não deixa de ser um resgate de uma mídia que estava presa a um videogame determinado.

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
bottom of page